Zenaldo Coutinho

Foto de Zenaldo Rodrigues Coutinho Junior
Zenaldo Coutinho
Zenaldo Rodrigues Coutinho Junior (nome civil)
8 eleições entre 1994 e 2016 · último partido PSDB
55 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado

Zenaldo Coutinho (Zenaldo Rodrigues Coutinho Júnior) disputou 8 eleições entre 1994 e 2016, para prefeito, deputado federal e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 7 vezes: prefeito de Belém em 2016 e 2012; deputado federal em 2010, 2006, 2002 e 1998; deputado estadual em 1994. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Belém/PA: 438.435 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Belém/PA, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 973 mil de doações privadas (864 doadores) e R$ 54 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 700 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 233 mil) e pessoal (R$ 98 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,1 milhões em 2012 (64% com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo) e R$ 1,1 milhão em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

241.166 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Zenaldo Rodrigues Coutinho Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos contratados

Zenaldo Coutinho declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Pará em 2006 e 2010, e prefeito em Belém (PA) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 450 mil do Fundo Partidário, R$ 7 mil de outras campanhas, R$ 973 mil de doações privadas (864 doadores) e R$ 54 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 700 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 233 mil). Em 2012, 64% dos R$ 2,1 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 1,1 milhão em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 1,5 milhãocampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1,5 milhãocontratados
Gastos em 2012R$ 2,1 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,5 milhão
864 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 30% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 66% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 700 mil47,2%
  • Materiais impressosR$ 233 mil15,7%
  • PessoalR$ 98 mil6,6%
  • Publicidade por adesivosR$ 87 mil5,9%
  • Outras 15 categoriasR$ 365 mil24,6%
2012Prefeito, Belém (PA)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,1 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 95% · pessoas menos de 1% · empresas 5%
Gasto contratado
R$ 2,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,3 milhão63,6%
  • Materiais impressosR$ 343 mil16,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 200 mil9,5%
  • Locação de imóveisR$ 45 mil2,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 100 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 179 mil8,5%
2010Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1,1 milhão
46 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 6% · empresas 49% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 1,1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 353 mil32,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 180 mil16,4%
  • Materiais impressosR$ 162 mil14,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 125 mil11,4%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 5 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 278 mil25,3%
Ver a campanha anterior
2006Deputado federal, ParáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 412 mil
5 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 9% · pessoas 18% · empresas 65% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 412 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 165 mil40,1%
  • Serviços de terceirosR$ 70 mil17,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 34 mil8,2%
  • AlimentaçãoR$ 27 mil6,6%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 116 mil28,1%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2010, 2012 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892