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Padeiro da Fundhacre (Davi Teixeira) disputou 4 eleições entre 2014 e 2024, para vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para vereador em Rio Branco/AC: 289 votos. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por AC pelo AGIR (situação do registro nos dados do TSE: indeferido). Na campanha de 2020 para vereador em Rio Branco/AC, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2018 (99% com pessoal) e R$ 6 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Dados do TSE atualizados em 29 de outubro de 2026.
Em um PDF e uma planilha, por e-mail: a votação em todas as eleições, até o bairro e a escola onde o TSE publica, as contas de campanha, os bens declarados e as emendas.
A votação de Davi Teixeira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 100,00% da votação desta candidatura (202 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Padeiro da Fundhacre declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Acre em 2014 e 2018, e vereador em Rio Branco (AC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Em 2018, 99% dos R$ 2 mil em gastos foram com pessoal; em 2014, 56% dos R$ 6 mil em gastos contratados foram com pessoal.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
O Radar do Voto mostra os bens declarados de quem disputou cargo do executivo, já foi eleito ou teve votação próxima da do último eleito. Os bens que esta pessoa declarou estão no registro da candidatura, no TSE. Ver no DivulgaCandContas do TSE.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Padeiro da Fundhacre não consta como eleito em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2024, para vereador em Rio Branco/AC, Padeiro da Fundhacre teve 178 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Em 2026, foi candidato a deputado estadual por AC pelo AGIR (situação do registro nos dados do TSE: indeferido).
Na campanha de 2020 para vereador em Rio Branco/AC, Padeiro da Fundhacre declarou R$ 5 mil em receitas: R$ 3 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 2 mil de doações privadas. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Padeiro da Fundhacre declarou ao TSE gastos de R$ 2 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por AC (tudo pago) e R$ 6 mil na campanha de 2014 a deputado estadual por AC (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Padeiro da Fundhacre declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Acre em 2014 e 2018, e vereador em Rio Branco (AC) em 2020.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Padeiro da Fundhacre foi em 2020, para vereador em Rio Branco (AC): 289 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Padeiro da Fundhacre disputou 4 eleições, de 2014 a 2024: deputado estadual por Acre em 2014 e 2018; vereador em Rio Branco (AC) em 2020 e 2024. Não consta como eleito em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Padeiro da Fundhacre concorreu pelo PSC em 2014, pelo PROS em 2018 e 2020 e pelo AGIR em 2024 e 2026. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Padeiro da Fundhacre foi o 235º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Acre em 2018, com 202 votos, 0,05% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Padeiro da Fundhacre para deputado estadual foi em Rio Branco (AC): 187 votos, 0,09% dos votos válidos da cidade. A maior proporção foi em Assis Brasil (AC): 0,12% dos votos válidos da cidade (5 votos).
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto