Luiz Argôlo

Foto de Joao Luiz Correia Argolo dos Santos
Luiz Argôlo
Joao Luiz Correia Argolo dos Santos (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2026 · último partido REPUBLICANOS
46 anos em 2026 · Masculino · Superior incompleto
Empresário
Candidato a Deputado Federal · Bahia · Eleições 2026 · REPUBLICANOS · nº 1012
Deferido
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, Luiz Argôlo (REPUBLICANOS) ficou como suplente de deputado federal pela Bahia em 2026, com 17.096 votos, pelo resultado oficial do TSE. Luiz Argôlo (João Luiz Correia Argôlo dos Santos) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 4 vezes: deputado federal em 2010; deputado estadual em 2006 e 2002; vereador de Entre Rios em 2000. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por BA: 74.199 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por BA, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 695 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 290 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 165 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 95 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 593 mil em 2014 e R$ 305 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

17.096 votos em 2026 · 6 eleições

A votação de Joao Luiz Correia Argolo dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualDep. Federal

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 1 milhão em receitas · R$ 695 mil em gastos contratados

Luiz Argôlo declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Bahia em 2006, e deputado federal por Bahia em 2010, 2014 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1 milhão em receitas: R$ 1 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 7 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 695 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 290 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 165 mil); R$ 675 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 593 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 305 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.

Receitas em 2026R$ 1 milhãoparcial, até 10/10/2026
Gastos em 2026R$ 695 milcontratados, parcial; R$ 675 mil pagos
Gastos em 2014R$ 593 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas42006, 2010, 2014 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
doações de pessoas
FEFC 99% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 695 mil
pago até agora: R$ 675 mil (97%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 290 mil41,7%
  • Materiais impressosR$ 165 mil23,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 95 mil13,7%
  • Serviços de terceirosR$ 60 mil8,6%
  • Outras 8 categoriasR$ 84 mil12,1%
2014Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 594 mil
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 93% · pessoas 5% · empresas menos de 1% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 593 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 213 mil35,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 140 mil23,6%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 73 mil12,3%
  • Materiais impressosR$ 66 mil11,1%
  • Outras 6 categoriasR$ 101 mil17,1%
2010Deputado federal, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 305 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 25% · pessoas 4% · empresas 52% · próprios 19%
Gasto contratado
R$ 305 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 65 mil21,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 48 mil15,8%
  • Locação de imóveisR$ 28 mil9,2%
  • Publicidade por carros de somR$ 21 mil6,9%
  • Outras 10 categoriasR$ 143 mil46,9%
Ver a campanha anterior
2006Deputado estadual, BahiaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 205 mil
31 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 50% · empresas 40% · próprios 9%
Gasto contratado
R$ 205 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 31 mil15,3%
  • Serviços de terceirosR$ 10 mil5,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 3 mil1,5%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil1,5%
  • Outras 5 categoriasR$ 157 mil76,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2010

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892