Luiz da Guia

Foto de Luis da Guia Cintra de Alcantra
Luiz da Guia
Luis da Guia Cintra de Alcantra (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2016 · último partido DEM
55 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio incompleto
Fiscal
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Luiz da Guia (Luiz da Guia Cintra de Alcântara) disputou 4 eleições entre 2000 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2008, para vereador em Cáceres/MT: 580 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Cáceres/MT, declarou R$ 283 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 283, principalmente com serviços de terceiros (R$ 200) e publicidade por materiais impressos (R$ 83). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 mil em 2012 (100% com publicidade por materiais impressos) e R$ 4 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

550 votos em 2016 (anulados) · 4 eleições

A votação de Luis da Guia Cintra de Alcantra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 283 em receitas · R$ 283 em gastos contratados

Luiz da Guia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Cáceres (MT) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 283 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 283, principalmente com serviços de terceiros (R$ 200) e publicidade por materiais impressos (R$ 83). Em 2012, 100% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 4 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 283campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 283contratados
Gastos em 2012R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Cáceres (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 283
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 283
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 20070,7%
  • Materiais impressosR$ 8329,3%
2012Vereador, Cáceres (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 8 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 81% · empresas 19%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil100,0%
2008Vereador, Cáceres (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
pessoas 27% · próprios 73%
Gasto contratado
R$ 4 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50012,2%
  • Outras 1 categoriaR$ 4 mil87,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892
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