Ilsan Viana (Ilsan Maria Viana dos Santos) disputou 3 eleições entre 2002 e 2008, para vereadora, deputada estadual e 1º suplente senadora, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Campos em 2008. A maior votação foi em 2006, para deputada estadual por RJ: 13.954 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Campos/RJ, declarou R$ 55 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 26 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil), serviços de terceiros (R$ 7 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 1 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 100 mil, 44% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
7.166 votos em 2008 (eleita) · 3 eleições
A votação de Ilsan Maria Viana dos Santos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
SenadorDep. EstadualVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 55 mil em receitas · R$ 55 mil em gastos contratados
Ilsan Viana declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por Rio de Janeiro em 2006, e vereadora em Campos (RJ) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 55 mil em receitas: R$ 30 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 26 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 55 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 26 mil) e serviços de terceiros (R$ 7 mil). Em 2006, 44% dos R$ 100 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2008R$ 55 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 55 milcontratados
Gastos em 2006R$ 100 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 2% · pessoas 66% · empresas 17% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 100 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 45 mil44,4%
Combustíveis e lubrificantesR$ 20 mil20,0%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 18 mil17,8%
Publicidade por telemarketingR$ 15 mil14,5%
Outras 4 categoriasR$ 3 mil3,4%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.