- Serviços de terceirosR$ 70050,5%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 30021,7%
- Publicidade por adesivosR$ 23416,9%
- Cessão ou locação de veículosR$ 1007,2%
- Outras 2 categoriasR$ 523,7%
Erneide (Raimunda Erineide Rocha) disputou 2 eleições entre 2000 e 2016, para vereadora. Ela foi eleita 1 vez: vereadora de Portalegre em 2016. Na campanha de 2016 para vereadora em Portalegre/RN, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 896 de outras campanhas e R$ 490 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 700), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300) e publicidade por adesivos (R$ 234).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Erneide declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Portalegre (RN) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 896 de outras campanhas e R$ 490 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 700) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.