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Fumach

Foto de José Roberto Fumach
Fumach
José Roberto Fumach (nome civil)
6 eleições entre 2000 e 2020 · último partido PL
66 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Fumach (José Roberto Fumach) disputou 6 eleições entre 2000 e 2020, para vice-prefeito, deputado estadual e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 3 vezes: vice-prefeito de Itatiba em 2016; prefeito de Itatiba em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2000, para prefeito em Itatiba/SP: 22.915 votos. Na campanha de 2014 para deputado estadual por SP, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 19 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 136 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 167 mil, principalmente com pessoal (R$ 55 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 17 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 140 mil, 41% com publicidade por placas, estandartes e faixas.

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Evolução da votação nas eleições

20.524 votos em 2014 · 6 eleições

A votação de José Roberto Fumach em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 167 mil em receitas · R$ 167 mil em gastos contratados

Fumach declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Itatiba (SP) em 2012, e deputado estadual por São Paulo em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 167 mil em receitas: R$ 19 mil de outras campanhas, R$ 11 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 136 mil de empresas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 167 mil, principalmente com pessoal (R$ 55 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 48 mil). Em 2012, 41% dos R$ 140 mil em gastos contratados foram com publicidade por placas, estandartes e faixas.

Receitas em 2014R$ 167 milcampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 167 milcontratados
Gastos em 2012R$ 140 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 167 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 6% · empresas 81% · próprios 1%
Gasto contratado
R$ 167 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 55 mil32,7%
  • Materiais impressosR$ 48 mil28,9%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 17 mil10,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil7,5%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 4 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 34 mil20,6%
2012Prefeito, Itatiba (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 249 mil
12 doadores pessoas físicas
partido 32% · pessoas 8% · empresas 60% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 140 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 57 mil40,5%
  • Materiais impressosR$ 42 mil30,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 11 mil7,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil2,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 9 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 1 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 27 mil19,2%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2000, 2004 e 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.