Eduardo Campos

Foto de Eduardo Esgaib Campos
Eduardo Campos
Eduardo Esgaib Campos (nome civil)
4 eleições entre 2000 e 2024 · último partido PSDB
63 anos em 2024 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Eduardo Campos (Eduardo Esgaib Campos) disputou 4 eleições entre 2000 e 2024, para prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: prefeito de Ponta Porã em 2024; vice-prefeito de Ponta Porã em 2020 e 2008. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Ponta Porã/MS: 26.473 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Ponta Porã/MS, declarou R$ 703 mil em receitas: R$ 270 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 382 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 675 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400 mil), publicidade por adesivos (R$ 85 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 41 mil).

Prefeito · 2024
26.473
votos · Ponta Porã, Mato Grosso do Sul
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

26.473 votos em 2024 (eleito) · 4 eleições

A votação de Eduardo Esgaib Campos em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 703 mil em receitas · R$ 675 mil em gastos

Eduardo Campos declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Ponta Porã (MS) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 703 mil em receitas: R$ 270 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 382 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 675 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 400 mil) e publicidade por adesivos (R$ 85 mil).

Receitas em 2024R$ 703 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 675 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas12024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Ponta Porã (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 703 mil
43 doadores pessoas físicas
FEFC 38% · pessoas 54% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 675 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 400 mil59,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 85 mil12,6%
  • Materiais impressosR$ 41 mil6,1%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 34 mil5,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 114 mil16,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

4 candidaturas · eleito em 2008, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892