Rozemar Machado

Foto de Rozemar Machado de Lima
Rozemar Machado
Rozemar Machado de Lima (nome civil)
3 eleições entre 2014 e 2020 · último partido PRTB
58 anos em 2020 · Feminino · Ensino médio completo
Agente Administrativo
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rozemar Machado (Rozemar Machado de Lima) disputou 3 eleições entre 2014 e 2020, para vereadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por SP: 520 votos. Na campanha de 2016 para vereadora em Santo André/SP, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 882 de outras campanhas e R$ 400 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 882) e serviços de terceiros (R$ 400). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 34 mil, 83% com pessoal.

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Evolução da votação nas eleições

2 votos em 2020 · 3 eleições

A votação de Rozemar Machado de Lima em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 1 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos contratados

Rozemar Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2014, e vereadora em Santo André (SP) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 882 de outras campanhas e R$ 400 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 882) e serviços de terceiros (R$ 400). Em 2014, 83% dos R$ 34 mil em gastos contratados foram com pessoal.

Receitas em 2016R$ 1 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados
Gastos em 2014R$ 34 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereadora, Santo André (SP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 69% · pessoas 31%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 88268,8%
  • Serviços de terceirosR$ 40031,2%
2014Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
doações de pessoas
partido 99% · pessoas menos de 1% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 34 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 28 mil83,2%
  • Materiais impressosR$ 4 mil11,3%
  • Locação de imóveisR$ 4501,3%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2030,6%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1 mil3,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892