Roger Eduardo Angelotti Selski

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Roger Eduardo Angelotti Selski
2 eleições entre 2012 e 2016 · PR
31 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Prefeito
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Roger Selski (Roger Eduardo Angelotti Selski) disputou 2 eleições entre 2012 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 1 vez: prefeito de Ipiranga em 2012. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Ipiranga/PR: 3.764 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Ipiranga/PR, declarou R$ 217 mil em receitas: R$ 184 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 217 mil, principalmente com pessoal (R$ 66 mil), serviços de terceiros (R$ 31 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 26 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 76 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.703 votos em 2016 · 2 eleições

A votação de Roger Eduardo Angelotti Selski em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 217 mil em receitas · R$ 217 mil em gastos contratados

Roger Selski declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Ipiranga (PR) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 217 mil em receitas: R$ 184 mil de doações privadas (37 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 217 mil, principalmente com pessoal (R$ 66 mil) e serviços de terceiros (R$ 31 mil). Em 2012, R$ 76 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 217 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 217 milcontratados
Gastos em 2012R$ 76 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Ipiranga (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 217 mil
37 doadores pessoas físicas
pessoas 85% · próprios 15%
Gasto contratado
R$ 217 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 66 mil30,3%
  • Serviços de terceirosR$ 31 mil14,3%
  • Materiais impressosR$ 13 mil5,8%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 4 mil1,8%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil0,7%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 102 mil47,0%
2012Prefeito, Ipiranga (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 246 mil
26 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 1% · partido e outras campanhas 7% · pessoas 50% · empresas 3% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 76 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil12,2%
  • Materiais impressosR$ 8 mil10,8%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil4,2%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 6 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 56 mil72,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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