Geraldo Alckmin declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: presidente em 2006 e 2018, prefeito em São Paulo (SP) em 2008, e governador por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 54,1 milhões em receitas: R$ 49,6 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,9 milhões do Fundo Partidário, R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e R$ 299 mil de doações privadas (21 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 53,4 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 15,2 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 7,3 milhões). Em 2014, 66% dos R$ 40,4 milhões em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo; em 2010, R$ 34,2 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 54,1 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 53,4 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2014R$ 40,4 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2018
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
Arrecadado
R$ 54,1 milhões
21 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 92% · Fundo Partidário 5% · partido 2% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 53,4 milhões
tudo pago (100%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 15,2 milhões28,5%
- Materiais impressosR$ 7,3 milhões13,7%
- Transporte ou deslocamentoR$ 3,3 milhões6,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 2,2 milhões4,1%
- Outras 19 categoriasinclui R$ 19,4 milhões doados a outros candidatos e partidosR$ 25,3 milhões47,5%
Arrecadado
R$ 40,4 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · pessoas menos de 1% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 40,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 26,8 milhões66,3%
- Serviços de terceirosR$ 9,8 milhões24,2%
- Materiais impressosR$ 1,9 milhão4,7%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 740 mil1,8%
- Outras 15 categoriasR$ 1,2 milhão3,0%
Arrecadado
R$ 34,2 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · empresas 3%
Gasto contratado
R$ 34,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1 milhão2,9%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 8menos de 0,1%
- Outras 1 categoriaR$ 33,2 milhões97,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
Arrecadado
R$ 16,4 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 98% · empresas 2%
Gasto contratado
R$ 16,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 250 mil1,5%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 52menos de 0,1%
- Outras 1 categoriaR$ 16,1 milhões98,5%
Arrecadado
R$ 79,2 milhões
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 79,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Outras 1 categoriaR$ 79,2 milhões100,0%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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