Luiz Pitiman declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Distrito Federal em 2010, e governador por Distrito Federal em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 2,5 milhões em receitas: R$ 1,2 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 56 mil de doações privadas (13 doadores), R$ 55 mil de empresas e R$ 1,2 milhão de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,5 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 1,7 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 590 mil). Em 2010, R$ 2,4 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 2,5 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 3,5 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 2,4 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 2,5 milhões
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 49% · pessoas 2% · empresas 2% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 3,5 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,7 milhão47,2%
- Materiais impressosR$ 590 mil16,6%
- Correspondências e despesas postaisR$ 431 mil12,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 288 mil8,1%
- Outras 20 categoriasinclui R$ 500 lançados como "diversas a especificar"R$ 566 mil15,9%
Arrecadado
R$ 2,4 milhões
21 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 24% · pessoas 4% · empresas 11% · próprios 62%
Gasto contratado
R$ 2,4 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 623 mil25,5%
- PessoalR$ 325 mil13,3%
- Despesas postaisR$ 248 mil10,2%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 215 mil8,8%
- Outras 19 categoriasinclui R$ 450 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1 milhão42,2%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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