Fábio Marchi

Foto de Fábio André Marchi de Oliveira
Fábio Marchi
Fábio André Marchi de Oliveira (nome civil)
2 eleições entre 2014 e 2016 · último partido PRP
43 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Jornalista e Redator
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fábio Marchi (Fábio André Marchi de Oliveira) disputou 2 eleições entre 2014 e 2016, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MS: 519 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Corumbá/MS, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 656 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil), produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 28 mil.

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Evolução da votação nas eleições

259 votos em 2016 (anulados) · 2 eleições

A votação de Fábio André Marchi de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Fábio Marchi declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Mato Grosso do Sul em 2014, e vereador em Corumbá (MS) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 656 de outras campanhas, R$ 4 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 3 mil) e produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 2 mil). Em 2014, R$ 28 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 6 milcontratados
Gastos em 2014R$ 28 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 10% · pessoas 67% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 3 mil38,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil30,0%
  • PessoalR$ 2 mil23,2%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3004,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 2183,4%
2014Deputado estadual, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 28 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 53%
Gasto contratado
R$ 28 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 8 mil29,3%
  • Materiais impressosR$ 5 mil17,3%
  • Locação de imóveisR$ 5 mil15,9%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 3 mil10,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 8 mil26,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892