- Militância e mobilização de ruaR$ 25 mil23,9%
- Materiais impressosR$ 12 mil11,8%
- Outras 8 categoriasR$ 66 mil64,3%
Dr Arthur (Arthur di Carlo Ferreira e Silva) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Itanhomi/MG e foi eleito com 4.066 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Itanhomi/MG, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 33 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil), militância e mobilização de rua (R$ 25 mil) e comícios (R$ 20 mil).
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Dr Arthur declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Itanhomi (MG) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 110 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 33 mil de doações privadas (10 doadores) e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 103 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 30 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 25 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.