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Dra. Cris (Cristiane Ferrer Margaridi) disputou 2 eleições entre 2006 e 2008, para vereadora e vice-governadora, segundo os dados do TSE. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. Na campanha de 2008 para vereadora em Curitiba/PR, declarou R$ 580 em receitas: R$ 490 de doações privadas e R$ 90 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 580.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cristiane Ferrer Margaridi em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dra. Cris declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Curitiba (PR) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 580 em receitas: R$ 490 de doações privadas e R$ 90 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 580.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
Respostas curtas, com os números desta página.
Nos resultados do TSE, Dra. Cris não consta como eleita em nenhuma das eleições que disputou.
Em 2008, para vereadora em Curitiba/PR, Dra. Cris teve 125 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2008 para vereadora em Curitiba/PR, Dra. Cris declarou R$ 580 em receitas: R$ 490 de doações privadas e R$ 90 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 580. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Dra. Cris declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Curitiba (PR) em 2008.
Segundo os dados do TSE, Dra. Cris disputou 2 eleições, de 2006 a 2008: vice-governadora por Paraná em 2006; vereadora em Curitiba (PR) em 2008. Não consta como eleita em nenhuma delas. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Dra. Cris concorreu pelo PRTB em 2006 e 2008. Ver as candidaturas ›
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto