- Serviços de terceirosR$ 161 mil68,3%
- Materiais impressosR$ 40 mil17,1%
- Correspondências e despesas postaisR$ 17 mil7,4%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 9 mil4,0%
- Outras 5 categoriasR$ 7 mil3,2%
Sirley Ceccatto (Sirley de Fátima Tibes) disputou 5 eleições entre 2008 e 2018, para deputada federal, vereadora e prefeita, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 2 vezes: vereadora de Caçador em 2016 e 2008. A maior votação foi em 2012, para prefeita em Caçador/SC: 13.222 votos. Na campanha de 2018 para deputada federal por SC, declarou R$ 384 mil em receitas: R$ 271 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil do Fundo Partidário, R$ 786 de outras campanhas e R$ 96 mil de doações privadas (26 doadores). Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 161 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 17 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2016 (62% com pessoal) e R$ 192 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sirley de Fatima Tibes Ceccatto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sirley Ceccatto declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Caçador (SC) em 2008 e 2016, prefeita em Caçador (SC) em 2012, e deputada federal por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 384 mil em receitas: R$ 271 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 17 mil do Fundo Partidário, R$ 786 de outras campanhas e R$ 96 mil de doações privadas (26 doadores). Os gastos contratados somam R$ 235 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 161 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 40 mil). Em 2016, 62% dos R$ 7 mil em gastos contratados foram com pessoal; em 2012, 48% dos R$ 192 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.