- Publicidade por adesivosR$ 227 mil46,8%
- Materiais impressosR$ 146 mil30,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 35 mil7,2%
- Serviços de terceirosR$ 30 mil6,2%
- Outras 7 categoriasR$ 46 mil9,6%
Juliana Lucena (Juliana de Holanda Lucena Rodrigues) disputou 1 eleição, em 2022, para deputada estadual por CE e foi eleita com 45.474 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, indicou R$ 1,3 milhão em 2 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2025, para 2 municípios; 0% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputada estadual por CE, declarou R$ 490 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 390 mil de doações privadas (26 doadores). Os gastos contratados somam R$ 485 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 227 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 146 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 35 mil).
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Juliana Lucena declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Ceará em 2022. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 490 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 390 mil de doações privadas (26 doadores). Os gastos contratados somam R$ 485 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 227 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 146 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Ceará, Juliana Lucena indicou R$ 1,3 milhão em 2 emendas estaduais aos orçamentos de 2024 a 2025 (legislatura 2023 a 2026), para 2 municípios. Até a coleta na fonte, 0% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Fundo Estadual de Saúde (100%). As cidades que mais receberam foram São Luís do Curu e Ibaretama.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 1 milhão | R$ 0 | 0% | 1 | 1 |
| 2024 | R$ 250 mil | R$ 0 | 0% | 1 | 1 |
| Total | R$ 1,3 milhão | R$ 0 | 0% | 2 | 2 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Ceará — emendas parlamentares ao orçamento (PCF/individuais), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Ceará e a Assembleia Legislativa do Estado do Ceará. ↩
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.