- Materiais impressosR$ 21 mil17,1%
- Serviços de terceirosR$ 4 mil3,6%
- Locação de imóveisR$ 3 mil2,5%
- PessoalR$ 2 mil1,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil0,8%
- Outras 7 categoriasR$ 89 mil74,1%
Juliano (Juliano Luiz Bortolanza) disputou 1 eleição, em 2024, para prefeito em Riqueza/SC e foi eleito com 1.888 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Riqueza/SC, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 99 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 22 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil) e serviços contábeis (R$ 19 mil).
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Juliano declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Riqueza (SC) em 2024. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 99 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil de doações privadas e R$ 9 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 121 mil, principalmente com produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 22 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 21 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2024), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.