Machado

Foto de Luiz Carlos Machado
Machado
Luiz Carlos Machado (nome civil)
7 eleições entre 2000 e 2018 · último partido DC
64 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Administrador
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Machado (Luiz Carlos Machado) disputou 7 eleições entre 2000 e 2018, para senador, vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para senador por RS: 15.644 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2018 para senador por RS, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 21 mil em 2010 (41% com publicidade por materiais impressos) e R$ 19 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

15.644 votos em 2018 (anulados) · 7 eleições

A votação de Luiz Carlos Machado em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeitoSenadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 10 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos

Machado declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: vereador em Porto Alegre (RS) em 2008, deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2010, e senador por Rio Grande do Sul em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 10 mil em receitas, do Fundo Eleitoral (FEFC). Os gastos contratados somam R$ 6 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 5 mil) e serviços de terceiros (R$ 1 mil). Em 2010, 41% dos R$ 21 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 19 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 6 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 21 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2018Senador, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 6 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil78,1%
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil21,9%
2010Deputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 21 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 13% · próprios 87%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 9 mil40,6%
  • PessoalR$ 3 mil15,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil12,2%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 2 mil9,3%
  • Outras 4 categoriasR$ 5 mil22,0%
2008Vereador, Porto Alegre (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 19 mil
sem doações de pessoas
partido 9% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 19 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 8 mil39,7%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil27,2%
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil10,5%
  • Despesas postaisR$ 1 mil6,2%
  • Outras 5 categoriasR$ 3 mil16,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892