- PessoalR$ 54 mil41,1%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 33 mil25,0%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 10 mil7,6%
- Publicidade por carros de somR$ 10 mil7,5%
- Outras 8 categoriasR$ 25 mil18,7%
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Sebastiana Tavares (PODE) ficou como suplente de deputada estadual por São Paulo em 2026, com 3.345 votos, pelo resultado oficial do TSE. Sebastiana Tavares (Sebastiana Maria Ribeiro Tavares) disputou 5 eleições entre 2008 e 2026, para deputada estadual, vice-prefeita e vereadora. Ela foi eleita 4 vezes: vice-prefeita de Bebedouro em 2020; vereadora de Bebedouro em 2016, 2012 e 2008. A maior votação foi em 2026, para deputada estadual por SP: 3.345 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por SP, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 131 mil, principalmente com pessoal (R$ 54 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 33 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 10 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2016 (42% com militância e mobilização de rua) e R$ 2 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sebastiana Maria Ribeiro Tavares em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sebastiana Tavares declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereadora em Bebedouro (SP) em 2008, 2012 e 2016, e deputada estadual por São Paulo em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 203 mil em receitas: R$ 200 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 3 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 131 mil, principalmente com pessoal (R$ 54 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 33 mil); R$ 95 mil já foram pagos. Em 2016, 42% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com militância e mobilização de rua; em 2012, 50% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
O voto