- PessoalR$ 66 mil40,3%
- Locação/cessão de bens móveis (exceto veículos)R$ 21 mil12,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 19 mil11,3%
- Materiais impressosR$ 15 mil9,1%
- Outras 9 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 44 mil26,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ivan Sabath (Ivan Claudio de Oliveira) disputou 1 eleição, em 2016, para prefeito em Iaciara/GO, com 2.367 votos. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2016 para prefeito em Iaciara/GO, declarou R$ 165 mil em receitas: R$ 103 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 165 mil, principalmente com pessoal (R$ 66 mil), locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 21 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 19 mil).
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Ivan Sabath declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Iaciara (GO) em 2016. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 165 mil em receitas: R$ 103 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 62 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 165 mil, principalmente com pessoal (R$ 66 mil) e locação/cessão de bens móveis (exceto veículos) (R$ 21 mil).
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.