- PessoalR$ 23 mil35,3%
- Materiais impressosR$ 16 mil25,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 10 mil14,9%
- Publicidade por adesivosR$ 5 mil7,7%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil16,5%
Dito Rocha (Benedito da Rocha Camargo Junior) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito. Ele foi eleito 4 vezes: prefeito de Pardinho em 2016, 2012, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Pardinho/SP: 2.165 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Pardinho/SP, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 28 mil em 2012 (62% com publicidade por materiais impressos) e R$ 30 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Benedito da Rocha Camargo Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Dito Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Pardinho (SP) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 65 mil em receitas: R$ 8 mil de doações privadas (4 doadores) e R$ 57 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 64 mil, principalmente com pessoal (R$ 23 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 16 mil). Em 2012, 62% dos R$ 28 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, 50% dos R$ 30 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.