Professor Luiz

Foto de Luiz Carlos Freitas Pereira
Professor Luiz
Luiz Carlos Freitas Pereira (nome civil)
7 eleições entre 2006 e 2022 · PSOL
67 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Servidor Público Estadual
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Professor Luiz (Luiz Carlos Freitas Pereira) disputou 7 eleições entre 2006 e 2022, para deputado federal, 2º suplente, vereador, deputado estadual e 1º suplente senador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por MG: 696 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 29 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 21 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil) e criação e inclusão de páginas na internet (R$ 3 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 mil em 2016 (60% com serviços de terceiros) e R$ 2 mil em 2014.

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Evolução da votação nas eleições

139 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Luiz Carlos Freitas Pereira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereadorSenadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 52 mil em receitas · R$ 32 mil em gastos

Professor Luiz declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2022, vereador em Belo Horizonte (MG) em 2008 e 2016, e deputado estadual por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 52 mil em receitas: R$ 29 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 32 mil, principalmente com publicidade por jornais e revistas (R$ 21 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 4 mil). Em 2016, 60% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros; em 2014, 99% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2022R$ 52 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 32 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2022Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
sem doações de pessoas
FEFC 57% · partido e outras campanhas 38% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 32 mil
tudo pago (100%)
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 21 mil65,4%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 4 mil12,8%
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 3 mil9,4%
  • Publicidade por carros de somR$ 2 mil6,2%
  • Outras 3 categoriasR$ 2 mil6,1%
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 17% · próprios 72%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 1 mil60,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 25014,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 24514,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 18610,7%
  • Outras 1 categoriaR$ 120,7%
2014Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 37% · próprios 63%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil98,6%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 261,4%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil64,6%
  • Materiais impressosR$ 99032,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 862,8%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
próprios 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 2 mil70,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33814,3%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 2359,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 542,3%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 60 lançados como "diversas a especificar"R$ 843,5%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892