Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Oneide Rocha (Maria Oneide Fialho Rocha) disputou 6 eleições entre 1996 e 2008, para vereadora, prefeita, 1º suplente senadora e deputada estadual. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2000, para prefeita em Picos/PI: 11.934 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Picos/PI, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 19 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
843 votos em 2008 · 6 eleições
A votação de Maria Oneide Fialho Rocha em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. EstadualSenadorVereadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2008: R$ 28 mil em receitas · R$ 28 mil em gastos contratados
Oneide Rocha declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: vereadora em Picos (PI) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 28 mil em receitas: R$ 19 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 8 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 28 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 4 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil).
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 4 mil15,6%
Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil12,4%
Materiais impressosR$ 3 mil12,2%
Serviços de terceirosR$ 3 mil12,1%
Outras 7 categoriasinclui R$ 110 lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil47,7%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
1º Suplente Senador · 2002NÃO ELEITO433.517GPI · 55 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 131 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PT / PTN / PC do B / PL / PT do B / PAN / PCB / PMN
Deputado Estadual · 1998SUPLENTE5.628GPI · 51 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PT · nº 13000 · ver resultado completo
Coligação: PSB / PT
Prefeito · 1996NÃO ELEITO7.582LPicos, Piauí · 49 anos · Superior completo · Professor · PT · nº 13 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.