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Foto de Marcilei Alves de Oliveira

Mansão

Marcilei Alves de Oliveira (nome civil)
5 eleições entre 2008 e 2024 · último partido PSB
49 anos em 2024 · Masculino · Ensino fundamental incompleto
Prefeito

Mansão (Marcilei Alves de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2008 e 2024, para prefeito, vice-prefeito e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Bom Jesus do Araguaia em 2024 e 2020; vice-prefeito de Bom Jesus do Araguaia em 2016; vereador de Bom Jesus do Araguaia em 2012 e 2008. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Bom Jesus do Araguaia/MT: 3.578 votos. Na campanha de 2024 para prefeito em Bom Jesus do Araguaia/MT, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 109 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 117 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 39 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e comícios (R$ 16 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 51 mil em 2020 e R$ 1 mil em 2012.

Prefeito · 2024
3.578
votos · Bom Jesus do Araguaia, Mato Grosso
ELEITO
Mandato até 2028
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

3.578 votos em 2024 (eleito) · 5 eleições

A votação de Marcilei Alves de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 123 mil em receitas · R$ 117 mil em gastos

Mansão declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Bom Jesus do Araguaia (MT) em 2008 e 2012, e prefeito em Bom Jesus do Araguaia (MT) em 2020 e 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 123 mil em receitas: R$ 109 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 7 mil de doações privadas e R$ 7 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 117 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 39 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2020, R$ 51 mil em gastos; em 2012, 63% dos R$ 1 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2024R$ 123 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 117 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 51 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas42008, 2012, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2024Prefeito, Bom Jesus do Araguaia (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 123 mil
doações de pessoas
FEFC 89% · pessoas 5% · próprios 6%
Gasto contratado
R$ 117 mil
tudo pago (100%)
  • Militância e mobilização de ruaR$ 39 mil33,3%
  • Materiais impressosR$ 18 mil15,7%
  • ComíciosR$ 16 mil13,7%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5 mil4,3%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 33 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 39 mil33,0%
2020Prefeito, Bom Jesus do Araguaia (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 57 mil
3 doadores pessoas físicas
FEFC 70% · partido 2% · pessoas 22% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 51 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços contábeisR$ 16 mil31,4%
  • Materiais impressosR$ 9 mil18,2%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 3 mil5,9%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3000,6%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 22 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 22 mil43,9%
2012Vereador, Bom Jesus do Araguaia (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 15% · pessoas 38% · próprios 47%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 74263,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 39633,6%
  • Transporte ou deslocamentoR$ 403,4%
Ver a campanha anterior
2008Vereador, Bom Jesus do Araguaia (MT)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 47% · próprios 53%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 2 mil100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2012, 2020 e 2024

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.