Fernando

Foto de Fernando de Lima Fernandes
Fernando
Fernando de Lima Fernandes (nome civil)
5 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PP
58 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Empresário

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fernando (Fernando de Lima Fernandes) disputou 5 eleições entre 1996 e 2016, para vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Parnamirim em 2004, 2000 e 1996. A maior votação foi em 2004, para vereador em Parnamirim/RN: 2.198 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Parnamirim/RN, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 251 de outros recursos do partido e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 2 mil). Na campanha de 2014, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2 mil, 100% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

833 votos em 2016 (anulados) · 5 eleições

A votação de Fernando de Lima Fernandes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 13 mil em receitas · R$ 13 mil em gastos contratados

Fernando declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Rio Grande do Norte em 2014, e vereador em Parnamirim (RN) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 13 mil em receitas: R$ 251 de outros recursos do partido e R$ 13 mil de doações privadas (3 doadores). Os gastos contratados somam R$ 13 mil, principalmente com cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 3 mil). Em 2014, 100% dos R$ 2 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2016R$ 13 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 13 milcontratados
Gastos em 2014R$ 2 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22014 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2016Vereador, Parnamirim (RN)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
3 doadores pessoas físicas
partido 2% · pessoas 98%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil37,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil22,4%
  • Materiais impressosR$ 2 mil18,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil8,9%
  • Outras 3 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 2 mil13,1%
2014Deputado estadual, Rio Grande do NorteVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 2 mil100,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892