Denivan Paulo Silva

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Denivan Paulo Silva
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PT
46 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
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Professor Denivan Paulo (Denivan Paulo Silva) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2016, para vereador em Uberlândia/MG: 129 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Uberlândia/MG, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 550 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 850, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 479), publicidade por materiais impressos (R$ 236) e publicidade por jornais e revistas (R$ 120). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 1 mil.

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Evolução da votação nas eleições

57 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Denivan Paulo Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 4 mil em receitas · R$ 850 em gastos

Professor Denivan Paulo declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Uberlândia (MG) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 4 mil em receitas: R$ 2 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 1 mil de outras campanhas e R$ 550 de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 850, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 479) e publicidade por materiais impressos (R$ 236). Em 2016, R$ 1 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 4 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 850campanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 1 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
2020Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 4 mil
doações de pessoas
FEFC 53% · partido e outras campanhas 32% · pessoas 15%
Gasto contratado
R$ 850
tudo pago (100%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 47956,4%
  • Materiais impressosR$ 23627,8%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 12014,1%
  • Encargos financeiros, taxas bancárias e/ou op. cartão de créditoR$ 151,7%
2016Vereador, Uberlândia (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 mil
doações de pessoas
Fundo Partidário 6% · partido e outras campanhas 85% · pessoas 9%
Gasto contratado
R$ 1 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 41835,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 35530,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 19616,8%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 1008,6%
  • Outras 1 categoriaR$ 968,3%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885
Denivan Paulo Silva (Professor Denivan Paulo): candidaturas e votos · Radar do Voto