Manoel Dias

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Manoel Dias
3 eleições entre 2006 e 2018 · PDT
80 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Manoel Dias disputou 3 eleições entre 2006 e 2018, para deputado federal, vice-governador e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para governador por SC: 30.815 votos. Na campanha de 2018 para deputado federal por SC, declarou R$ 894 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 590 mil do Fundo Partidário, R$ 50 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 890 mil, principalmente com pessoal (R$ 447 mil), publicidade por adesivos (R$ 94 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 90 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 37 mil.

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Evolução da votação nas eleições

22.517 votos em 2018 · 3 eleições

A votação de Manoel Dias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

GovernadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 894 mil em receitas · R$ 890 mil em gastos

Manoel Dias declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Santa Catarina em 2006, vice-governador por Santa Catarina em 2010, e deputado federal por Santa Catarina em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 894 mil em receitas: R$ 250 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 590 mil do Fundo Partidário, R$ 50 mil de outros recursos do partido e R$ 4 mil de doações privadas (uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 890 mil, principalmente com pessoal (R$ 447 mil) e publicidade por adesivos (R$ 94 mil). Em 2006, R$ 37 mil em gastos contratados.

Receitas em 2018R$ 894 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 890 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 37 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 894 mil
doações de pessoas e uma vaquinha virtual
FEFC 28% · Fundo Partidário 66% · partido 6% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 890 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 447 mil50,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 94 mil10,5%
  • Materiais impressosR$ 90 mil10,1%
  • Serviços de terceirosR$ 32 mil3,6%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 172 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 228 mil25,6%
2010Vice-governador, Santa Catarina
Arrecadado
R$ 38 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 13% · próprios 61%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2006Governador, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 35 mil
doações de pessoas
pessoas menos de 1% · empresas 43% · próprios 57%
Gasto contratado
R$ 37 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 12 mil31,8%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 10 mil26,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 7 mil19,7%
  • Bens permanentesR$ 2 mil5,1%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 6 mil17,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892