Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sandro Coelho (Sandro Lucio de Souza Coelho) disputou 5 eleições entre 2010 e 2024, para vereador, prefeito, deputado federal e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Santa Luzia em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2016, para prefeito em Santa Luzia/MG: 33.266 votos. Na campanha de 2024 para vereador em Santa Luzia/MG, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 750 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 945) e militância e mobilização de rua (R$ 55). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4 mil em 2016 (45% com correspondências e despesas postais) e R$ 31 mil em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
302 votos em 2024 · 5 eleições
A votação de Sandro Lucio de Souza Coelho em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2024: R$ 2 mil em receitas · R$ 1 mil em gastos
Sandro Coelho declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputado estadual por Minas Gerais em 2010, vereador em Santa Luzia (MG) em 2012, 2016 e 2024, deputado federal por Minas Gerais em 2014, e prefeito em Santa Luzia (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 750 de outras campanhas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 945) e militância e mobilização de rua (R$ 55). Em 2016, 45% dos R$ 4 mil em gastos contratados foram com correspondências e despesas postais; em 2014, 61% dos R$ 31 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Receitas em 2024R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 1 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 4 milcontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 59% · pessoas 30% · empresas 7% · próprios 5%
Gasto contratado
R$ 15 mil
o TSE não publica o pago deste ano
PessoalR$ 6 mil43,7%
Materiais impressosR$ 4 mil27,4%
Despesas postaisR$ 5473,7%
Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 3menos de 0,1%
Outras 1 categoriaR$ 4 mil25,2%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Vereador · 2024SUPLENTE302LSanta Luzia, Minas Gerais · 51 anos · Branca · Superior completo · Professor de Ensino Médio · PRTB · nº 28123 · ver resultado completoprestação de contas
Prefeito · 2016NÃO ELEITO33.266LSanta Luzia, Minas Gerais · 43 anos · Branca · Superior completo · Pedagogo · PSB · nº 40 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.