Thiago Morastoni

Foto de Thiago da Silva Morastoni
Thiago Morastoni
Thiago da Silva Morastoni (nome civil)
6 eleições entre 2012 e 2022 · último partido PODE
40 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Thiago Morastoni (Thiago da Silva Morastoni) disputou 6 eleições entre 2012 e 2022, para deputado estadual, vereador e vice-governador. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Itajaí em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SC: 21.458 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por SC, declarou R$ 670 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 615 mil de doações privadas (46 doadores). Os gastos contratados somam R$ 659 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 267 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 158 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 70 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 28 mil em 2020 (88% com impulsionamento de conteúdos) e R$ 397 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

19.914 votos em 2022 · 6 eleições

A votação de Thiago da Silva Morastoni em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorGovernadorDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 670 mil em receitas · R$ 659 mil em gastos

Thiago Morastoni declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Itajaí (SC) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Santa Catarina em 2018 e 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 670 mil em receitas: R$ 50 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outras campanhas e R$ 615 mil de doações privadas (46 doadores). Os gastos contratados somam R$ 659 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 267 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 158 mil). Em 2020, 88% dos R$ 28 mil em gastos contratados foram com impulsionamento de conteúdos; em 2018, R$ 397 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 670 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 659 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 28 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2012 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 670 mil
46 doadores pessoas físicas
FEFC 7% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 92%
Gasto contratado
R$ 659 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 267 mil40,4%
  • Materiais impressosR$ 158 mil24,0%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 70 mil10,6%
  • PessoalR$ 55 mil8,3%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 110 mil16,7%
2020Vereador, Itajaí (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 34 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 97%
Gasto contratado
R$ 28 mil
pago: R$ 25 mil (88%)
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 25 mil88,0%
  • Locação de imóveisR$ 3 mil12,0%
2018Deputado estadual, Santa CatarinaVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 399 mil
33 doadores pessoas físicas
pessoas 100%
Gasto contratado
R$ 397 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 156 mil39,4%
  • Materiais impressosR$ 58 mil14,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 44 mil11,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 36 mil9,1%
  • Outras 8 categoriasR$ 103 mil25,9%
Ver as 2 campanhas anteriores
2016Vereador, Itajaí (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 18 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 41% · pessoas 23% · próprios 36%
Gasto contratado
R$ 18 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por carros de somR$ 5 mil30,4%
  • Materiais impressosR$ 5 mil28,3%
  • PessoalR$ 3 mil14,6%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 2 mil11,3%
  • Outras 3 categoriasR$ 3 mil15,4%
2012Vereador, Itajaí (SC)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 88 mil
14 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 86% · empresas 13%
Gasto contratado
R$ 53 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 14 mil26,8%
  • Materiais impressosR$ 14 mil26,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 10 mil18,6%
  • Locação de imóveisR$ 10 mil17,9%
  • Outras 7 categoriasR$ 5 mil9,9%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2012, 2016 e 2020

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892