- Materiais impressosR$ 34 mil29,0%
- Serviços contábeisR$ 32 mil27,3%
- Publicidade por adesivosR$ 23 mil19,2%
- Serviços advocatíciosR$ 10 mil8,5%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 7 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 19 mil16,0%
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Marconi (Marconi Kirch) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para prefeito, deputado estadual e vereador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Biguaçu em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por SC: 4.650 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Biguaçu/SC, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 119 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil), serviços contábeis (R$ 32 mil) e publicidade por adesivos (R$ 23 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 91 mil em 2018 e R$ 57 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Marconi Kirch em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Marconi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Biguaçu (SC) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Santa Catarina em 2018, e prefeito em Biguaçu (SC) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 119 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil) e serviços contábeis (R$ 32 mil). Em 2018, R$ 91 mil em gastos contratados; em 2016, R$ 57 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Marconi foi eleito 2 vezes: vereador de Biguaçu em 2016 e 2012. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2020, para prefeito em Biguaçu/SC, Marconi teve 1.343 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para prefeito em Biguaçu/SC, Marconi declarou R$ 128 mil em receitas: R$ 55 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 36 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 37 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 119 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 34 mil), serviços contábeis (R$ 32 mil) e publicidade por adesivos (R$ 23 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Marconi declarou ao TSE gastos de R$ 119 mil na campanha de 2020 a prefeito em Biguaçu/SC (tudo pago), R$ 91 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por SC (R$ 90 mil pagos), R$ 57 mil na campanha de 2016 a vereador em Biguaçu/SC (gasto contratado declarado), R$ 35 mil na campanha de 2012 a vereador em Biguaçu/SC (gasto contratado declarado) e R$ 24 mil na campanha de 2008 a vereador em Biguaçu/SC (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Marconi declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Biguaçu (SC) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Santa Catarina em 2018, e prefeito em Biguaçu (SC) em 2020.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Marconi foi em 2018, para deputado estadual por Santa Catarina: 4.650 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Marconi disputou 7 eleições, de 2000 a 2020: vereador em Biguaçu (SC) em 2000, 2004, 2008, 2012 e 2016; deputado estadual por Santa Catarina em 2018; prefeito em Biguaçu (SC) em 2020. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Marconi concorreu pelo PFL em 2000 e 2004 e pelo DEM em 2008, 2012, 2016, 2018 e 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Marconi foi o 158º mais votado entre os candidatos a deputado estadual em Santa Catarina em 2018, com 4.650 votos, 0,13% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2018 a maior votação de Marconi para deputado estadual foi em Biguaçu (SC): 2.642 votos, 7,55% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto