Jonas Nogueira

Foto de Jonas Nogueira Dias Junior
Jonas Nogueira
Jonas Nogueira Dias Junior (nome civil)
7 eleições entre 2004 e 2022 · último partido REPUBLICANOS
52 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Advogado
redes informadas ao TSE

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jonas Nogueira (Jonas Nogueira Dias Júnior) disputou 7 eleições entre 2004 e 2022, para deputado estadual, prefeito, deputado federal, vice-prefeito e vereador. Ele foi eleito 1 vez: vice-prefeito de Cachoeiro de Itapemirim em 2016. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por ES: 16.782 votos. Na campanha de 2022 para deputado estadual por ES, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 255 mil em 2020 e R$ 221 mil em 2018.

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Evolução da votação nas eleições

2.122 votos em 2022 · 7 eleições

A votação de Jonas Nogueira Dias Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorPrefeitoDep. FederalDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2022: R$ 26 mil em receitas · R$ 20 mil em gastos

Jonas Nogueira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Cachoeiro de Itapemirim (ES) em 2008 e 2012, deputado federal por Espírito Santo em 2018, prefeito em Cachoeiro de Itapemirim (ES) em 2020, e deputado estadual por Espírito Santo em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 26 mil em receitas: R$ 6 mil de outras campanhas e R$ 20 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 19 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 1 mil). Em 2020, R$ 255 mil em gastos; em 2018, R$ 221 mil em gastos.

Receitas em 2022R$ 26 milcampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 20 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2020R$ 255 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas5de 2008 a 2022

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2022Deputado estadual, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 26 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 23% · próprios 77%
Gasto contratado
R$ 20 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 19 mil93,1%
  • Impulsionamento de conteúdosR$ 1 mil6,9%
2020Prefeito, Cachoeiro de Itapemirim (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 261 mil
4 doadores pessoas físicas
FEFC 77% · pessoas 2% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 255 mil
tudo pago (100%)
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 44 mil17,1%
  • Publicidade por carros de somR$ 37 mil14,5%
  • Publicidade por adesivosR$ 28 mil11,0%
  • Militância e mobilização de ruaR$ 23 mil9,1%
  • Outras 15 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 30 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 123 mil48,3%
2018Deputado federal, Espírito SantoVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 261 mil
14 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 84% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 10% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 221 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 46 mil20,8%
  • Materiais impressosR$ 45 mil20,2%
  • Serviços de terceirosR$ 30 mil13,7%
  • Correspondências e despesas postaisR$ 27 mil12,2%
  • Outras 11 categoriasinclui R$ 258 lançados como "diversas a especificar" e R$ 7 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 73 mil33,1%
Ver as 2 campanhas anteriores
2012Vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 39 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 3% · pessoas 38% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 21 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 8 mil36,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 3 mil13,7%
  • Materiais impressosR$ 3 mil13,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 2 mil9,6%
  • Outras 5 categoriasR$ 6 mil26,3%
2008Vereador, Cachoeiro de Itapemirim (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 13 mil
doações de pessoas
pessoas 15% · empresas 25% · próprios 60%
Gasto contratado
R$ 13 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 7 mil53,2%
  • Materiais impressosR$ 3 mil21,1%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 600,5%
  • Outras 1 categoriaR$ 3 mil25,3%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2016

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892