Alessandro Calazans

Foto de Alessandro Alves Calazans
Alessandro Calazans
Alessandro Alves Calazans (nome civil)
8 eleições entre 1996 e 2016 · último partido PMDB
44 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alessandro Calazans (Alessandro Alves Calazans) disputou 8 eleições entre 1996 e 2016, para prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: prefeito de Nilópolis em 2012; deputado estadual em 2010, 2006 e 2002; vereador de Nilópolis em 1996. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Nilópolis/RJ: 48.137 votos. Na campanha de 2016 para prefeito em Nilópolis/RJ, declarou R$ 234 mil em receitas: R$ 134 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 234 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 141 mil), publicidade por adesivos (R$ 32 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 26 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 262 mil em 2012 e R$ 264 mil em 2010.

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Evolução da votação nas eleições

35.374 votos em 2016 · 8 eleições

A votação de Alessandro Alves Calazans em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. EstadualPrefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 234 mil em receitas · R$ 234 mil em gastos contratados

Alessandro Calazans declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Rio de Janeiro em 2006 e 2010, e prefeito em Nilópolis (RJ) em 2008, 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 234 mil em receitas: R$ 134 mil de doações privadas (18 doadores) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 234 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 141 mil) e publicidade por adesivos (R$ 32 mil). Em 2012, R$ 262 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 264 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 234 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 234 milcontratados
Gastos em 2012R$ 262 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas5de 2006 a 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Prefeito, Nilópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 234 mil
18 doadores pessoas físicas
pessoas 57% · próprios 43%
Gasto contratado
R$ 234 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 141 mil60,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 32 mil13,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 26 mil11,1%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil5,6%
  • Outras 5 categoriasinclui R$ 11 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 23 mil9,6%
2012Prefeito, Nilópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 336 mil
19 doadores pessoas físicas
pessoas 46% · empresas 21% · próprios 34%
Gasto contratado
R$ 262 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 80 mil30,6%
  • Materiais impressosR$ 58 mil22,0%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 38 mil14,4%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 33 mil12,6%
  • Outras 4 categoriasinclui R$ 23 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 53 mil20,3%
2010Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 264 mil
13 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 47% · pessoas 23% · empresas 8% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 264 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Cessão ou locação de veículosR$ 55 mil20,9%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 50 mil19,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 44 mil16,6%
  • Materiais impressosR$ 22 mil8,4%
  • Outras 10 categoriasinclui R$ 17 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 92 mil35,0%
Ver as 2 campanhas anteriores
2008Prefeito, Nilópolis (RJ)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 122 mil
10 doadores pessoas físicas
pessoas 53% · empresas 16% · próprios 30%
Gasto contratado
R$ 122 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 42 mil34,1%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 33 mil27,4%
  • PessoalR$ 13 mil11,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 13 mil10,3%
  • Outras 5 categoriasR$ 21 mil17,3%
2006Deputado estadual, Rio de JaneiroVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 201 mil
9 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 29% · empresas 34% · próprios 17%
Gasto contratado
R$ 201 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil17,5%
  • Despesas postaisR$ 28 mil14,0%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 24 mil12,0%
  • Materiais impressosR$ 23 mil11,6%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 14 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 90 mil44,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

8 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892