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Fernando Postal

Foto de Fernando Postal
Fernando Postal
5 eleições entre 1996 e 2026 · último partido MDB
64 anos em 2026 · Masculino · Superior completo
Auxiliar de Escritório e Assemelhados
Candidato a Deputado Estadual · Rio Grande do Sul · Eleições 2026 · MDB · nº 15150
redes informadas ao TSE

Fernando Postal (MDB) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 11.909 votos, pelo resultado oficial do TSE. Fernando Postal disputou 5 eleições entre 1996 e 2026, para deputado estadual, vereador e prefeito. Ele foi eleito 3 vezes: vereador de Guaporé em 2012; prefeito de Guaporé em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2026, para deputado estadual por RS: 11.909 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 220 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 75 mil de doações privadas (8 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil), serviços de terceiros (R$ 28 mil) e serviços contábeis (R$ 22 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 27 mil em 2012 (58% com publicidade por materiais impressos) e R$ 62 mil em 2008.

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Evolução da votação nas eleições

11.909 votos em 2026 · 5 eleições

A votação de Fernando Postal em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoVereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2026 (parcial): R$ 220 mil em receitas · R$ 116 mil em gastos contratados

Fernando Postal declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Guaporé (RS) em 2008, vereador em Guaporé (RS) em 2012, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 220 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 5 mil de outros recursos do partido, R$ 75 mil de doações privadas (8 doadores e uma vaquinha virtual) e R$ 100 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 116 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 31 mil) e serviços de terceiros (R$ 28 mil); R$ 99 mil já foram pagos. Em 2012, 58% dos R$ 27 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2008, R$ 62 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026.

Receitas em 2026R$ 220 milparcial, até 14/10/2026
Gastos em 2026R$ 116 milcontratados, parcial; R$ 99 mil pagos
Gastos em 2012R$ 27 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32008, 2012 e 2026

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2026parcialDeputado estadual, Rio Grande do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 220 mil
8 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 18% · partido 2% · pessoas 34% · próprios 46%
Gasto contratado
R$ 116 mil
pago até agora: R$ 99 mil (85%)
  • Materiais impressosR$ 31 mil26,4%
  • Serviços de terceirosR$ 28 mil24,0%
  • Serviços contábeisR$ 22 mil19,0%
  • Serviços advocatíciosR$ 15 mil13,0%
  • Outras 6 categoriasR$ 20 mil17,6%
2012Vereador, Guaporé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 29 mil
4 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 33% · empresas 34% · próprios 32%
Gasto contratado
R$ 27 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 16 mil58,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 3 mil10,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 2 mil7,3%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil4,7%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 5 mil19,6%
2008Prefeito, Guaporé (RS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 62 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 97% · pessoas 3%
Gasto contratado
R$ 62 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Criação e inclusão de páginas na internetR$ 9501,5%
  • Serviços de terceirosR$ 6401,0%
  • Materiais de expedienteR$ 3580,6%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 52menos de 0,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 60 mil96,8%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 14/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 1996, 2000 e 2012

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.