- Serviços advocatíciosR$ 131 mil26,2%
- Militância e mobilização de ruaR$ 100 mil20,0%
- Cessão ou locação de veículosR$ 97 mil19,5%
- Materiais impressosR$ 74 mil14,8%
- Outras 6 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 97 mil19,5%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Sérgio Frota (Sérgio Barbosa Frota) disputou 4 eleições entre 2012 e 2022, para deputado federal, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado estadual em 2014; vereador de São Luís em 2012. A maior votação foi em 2014, para deputado estadual por MA: 30.525 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MA, declarou R$ 561 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 61 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 131 mil), militância e mobilização de rua (R$ 100 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 97 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 463 mil em 2018 (73% com serviços de terceiros) e R$ 423 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Sérgio Barbosa Frota em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Sérgio Frota declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em São Luís (MA) em 2012, deputado estadual por Maranhão em 2014 e 2018, e deputado federal por Maranhão em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 561 mil em receitas: R$ 500 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 61 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 500 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 131 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 100 mil). Em 2018, 73% dos R$ 463 mil em gastos foram com serviços de terceiros; em 2014, 49% dos R$ 423 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.