- Serviços de terceirosR$ 68 mil35,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 31 mil16,1%
- Publicidade por carros de somR$ 23 mil11,7%
- Serviços próprios prestados por terceirosR$ 18 mil9,4%
- Outras 7 categoriasR$ 53 mil27,5%
Segundo o Radar do Voto, Guto Lopes (PDT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Rio Grande do Sul em 2026, com 8.700 votos, pelo resultado oficial do TSE. Guto Lopes (Carlos Augusto da Silva Lopes) disputou 9 eleições entre 2004 e 2026, para deputado estadual, prefeito, deputado federal, vereador e vice-prefeito. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Viamão em 2016. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Viamão/RS: 34.015 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por RS, declarou R$ 192 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 80 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 192 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 68 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 31 mil) e publicidade por carros de som (R$ 23 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 370 mil em 2024 (68% com publicidade por materiais impressos) e R$ 175 mil em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Carlos Augusto da Silva Lopes em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Guto Lopes declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: vereador em Viamão (RS) em 2016, deputado federal por Rio Grande do Sul em 2018 e 2022, prefeito em Viamão (RS) em 2020 e 2024, e deputado estadual por Rio Grande do Sul em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 192 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 80 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas e R$ 12 mil de doações privadas (5 doadores). Os gastos contratados somam R$ 192 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 68 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 31 mil); R$ 192 mil já foram pagos. Em 2024, 68% dos R$ 370 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2022, R$ 175 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.