- Militância e mobilização de ruaR$ 9 mil46,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 4 mil20,0%
- Correspondências e despesas postaisR$ 3 mil13,3%
- Materiais impressosR$ 2 mil11,2%
- Outras 4 categoriasR$ 2 mil9,5%
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Alan Carlos (Alan Carlos da Silva) disputou 6 eleições entre 2002 e 2020, para vice-prefeito, vereador e deputado estadual, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Uberaba em 2016. A maior votação foi em 2002, para deputado estadual por MG: 3.662 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Uberaba/MG, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 3 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 8 mil, 69% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alan Carlos da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 93,23% da votação desta candidatura (3.662 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Alan Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Uberaba (MG) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil). Em 2012, 69% dos R$ 8 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Alan Carlos foi eleito 1 vez: vereador de Uberaba em 2016. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2016, para vereador em Uberaba/MG, Alan Carlos teve 2.926 votos e foi eleito. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2016 para vereador em Uberaba/MG, Alan Carlos declarou R$ 20 mil em receitas: R$ 100 de outras campanhas, R$ 10 mil de doações privadas e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 20 mil, principalmente com militância e mobilização de rua (R$ 9 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 4 mil) e correspondências e despesas postais (R$ 3 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Alan Carlos declarou ao TSE gastos de R$ 20 mil na campanha de 2016 a vereador em Uberaba/MG (gasto contratado declarado) e R$ 8 mil na campanha de 2012 a vereador em Uberaba/MG (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Alan Carlos declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Uberaba (MG) em 2012 e 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Alan Carlos foi em 2002, para deputado estadual por Minas Gerais: 3.662 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Alan Carlos disputou 6 eleições, de 2002 a 2020: deputado estadual por Minas Gerais em 2002; vereador em Uberaba (MG) em 2004, 2008, 2012 e 2016; vice-prefeito em Uberaba (MG) em 2020. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Alan Carlos concorreu pelo PPS em 2002 e 2004, pelo PMDB em 2008, pelo PP em 2012, pelo PATRIOTA em 2016 e pelo MDB em 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Alan Carlos foi o 298º mais votado entre os candidatos a deputado estadual em Minas Gerais em 2002, com 3.662 votos, 0,04% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2002 a maior votação de Alan Carlos para deputado estadual foi em Uberaba (MG): 2.535 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto