- Serviços advocatíciosR$ 5 mil40,7%
- Serviços contábeisR$ 5 mil39,6%
- PessoalR$ 2 mil13,2%
- Pré-instalação física de comitê de campanhaR$ 8006,5%
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Zé Fernandes (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Pará em 2026, com 5.518 votos, segundo os dados do TSE. Zé Fernandes (José Fernandes Barra) disputou 6 eleições entre 2000 e 2026, para deputado estadual, prefeito e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Cametá em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2018, para deputado estadual por PA: 10.044 votos. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PA, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil), serviços contábeis (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 7 mil em 2018 (49% com publicidade por adesivos) e R$ 35 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Fernandes Barra em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Pará em 2014, 2018 e 2026, e prefeito em Cametá (PA) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Não recebeu Fundo Eleitoral (FEFC) em nenhuma das 2 campanhas de 2018 em diante. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil) e serviços contábeis (R$ 5 mil); R$ 0 já foram pagos. Em 2018, 49% dos R$ 7 mil em gastos foram com publicidade por adesivos; em 2016, R$ 35 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Não. Zé Fernandes (PT) ficou como suplente de deputado estadual pelo Pará em 2026, com 5.518 votos, segundo os dados do TSE.
Na eleição de 2026 para deputado estadual pelo Pará, Zé Fernandes (PT) teve 5.518 votos e ficou como suplente. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Sim. Zé Fernandes foi eleito 2 vezes: vereador de Cametá em 2004 e 2000. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2026 para deputado estadual por PA, Zé Fernandes declarou R$ 47 mil em receitas: R$ 43 mil do Fundo Partidário e R$ 4 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 12 mil, principalmente com serviços advocatícios (R$ 5 mil), serviços contábeis (R$ 5 mil) e pessoal (R$ 2 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 20/10/2026.
Zé Fernandes declarou ao TSE gastos de R$ 7 mil na campanha de 2018 a deputado estadual por PA (tudo pago), R$ 35 mil na campanha de 2016 a prefeito em Cametá/PA (gasto contratado declarado) e R$ 54 mil na campanha de 2014 a deputado estadual por PA (gasto contratado declarado), já encerradas. Na campanha de 2026, os gastos contratados chegam a R$ 12 mil até 20/10/2026 (parcial; R$ 0 já pagos). Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Zé Fernandes declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado estadual por Pará em 2014, 2018 e 2026, e prefeito em Cametá (PA) em 2016.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Zé Fernandes foi em 2018, para deputado estadual por Pará: 10.044 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Zé Fernandes disputou 6 eleições, de 2000 a 2026: vereador em Cametá (PA) em 2000 e 2004; deputado estadual por Pará em 2014, 2018 e 2026; prefeito em Cametá (PA) em 2016. Foi eleito 2 vezes. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Zé Fernandes concorreu pelo PT em 2000, 2004 e 2026, pelo PDT em 2014, pelo PMDB em 2016 e pelo PHS em 2018. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Zé Fernandes foi o 114º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Pará em 2026, com 5.518 votos, 0,11% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2026 a maior votação de Zé Fernandes para deputado estadual foi em Cametá (PA): 5.180 votos, 5,73% dos votos válidos da cidade.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto