Maximino José Dors

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Maximino José Dors
2 eleições entre 2016 e 2020 · último partido PSD
66 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Engenheiro
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Maximino Dors (Maximino José Dors) disputou 2 eleições entre 2016 e 2020, para prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Realeza/PR: 3.429 votos. Na campanha de 2020 para prefeito em Realeza/PR, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil), publicidade por adesivos (R$ 15 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 6 mil). Na campanha de 2016, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 52 mil.

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Evolução da votação nas eleições

3.429 votos em 2020 · 2 eleições

A votação de Maximino José Dors em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Prefeito

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2020: R$ 79 mil em receitas · R$ 52 mil em gastos

Maximino Dors declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Realeza (PR) em 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 79 mil em receitas: R$ 40 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 28 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 11 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 52 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 23 mil) e publicidade por adesivos (R$ 15 mil). Em 2016, R$ 52 mil em gastos contratados.

Receitas em 2020R$ 79 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 52 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 52 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22016 e 2020

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2020Prefeito, Realeza (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 79 mil
5 doadores pessoas físicas
FEFC 51% · pessoas 35% · próprios 14%
Gasto contratado
R$ 52 mil
tudo pago (100%)
  • Materiais impressosR$ 23 mil45,1%
  • Publicidade por adesivosR$ 15 mil29,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 6 mil11,5%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 4 mil7,7%
  • Outras 4 categoriasR$ 3 mil5,9%
2016Prefeito, Realeza (PR)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 52 mil
4 doadores pessoas físicas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 52 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 13 mil24,3%
  • Publicidade por adesivosR$ 11 mil22,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 9 mil17,4%
  • Pesquisas ou testes eleitoraisR$ 8 mil15,5%
  • Outras 8 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil20,6%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

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