Rodrigo Rocha Loures

Foto de Rodrigo Santos da Rocha Loures
Rodrigo Rocha Loures
Rodrigo Santos da Rocha Loures (nome civil)
3 eleições entre 2006 e 2014 · PMDB
48 anos em 2014 · Masculino · Superior completo
Administrador

Rodrigo Rocha Loures (Rodrigo Santos da Rocha Loures) disputou 3 eleições entre 2006 e 2014, para deputado federal e vice-governador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2006. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por PR: 89.204 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por PR, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 433 mil de doações privadas (27 doadores e uma vaquinha virtual), R$ 1,3 milhão de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 716 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 642 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 316 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões.

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Evolução da votação nas eleições

58.493 votos em 2014 · 3 eleições

A votação de Rodrigo Santos da Rocha Loures em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 3 milhões em receitas · R$ 3 milhões em gastos contratados

Rodrigo Rocha Loures declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Paraná em 2006 e 2014, e vice-governador por Paraná em 2010. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3 milhões em receitas: R$ 1 mil do Fundo Partidário, R$ 1,3 milhão de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 433 mil de doações privadas (27 doadores e uma vaquinha virtual), R$ 1,3 milhão de empresas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3 milhões, principalmente com pessoal (R$ 716 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 642 mil). Em 2006, R$ 2,9 milhões em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 3 milhõescontratados
Gastos em 2006R$ 2,9 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3 milhões
27 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas 44% · pessoas 14% · empresas 42% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 716 mil23,5%
  • Materiais impressosR$ 642 mil21,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 316 mil10,4%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 278 mil9,1%
  • Outras 20 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar" e R$ 524 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 1,1 milhão35,8%
2010Vice-governador, Paraná
Arrecadado
R$ 1,7 milhão
3 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 3% · pessoas 16% · empresas 80% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2006Deputado federal, ParanáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,9 milhões
doações de pessoas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1% · empresas 61% · próprios 39%
Gasto contratado
R$ 2,9 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 561 mil19,2%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 520 mil17,8%
  • PessoalR$ 385 mil13,2%
  • Despesas postaisR$ 219 mil7,5%
  • Outras 26 categoriasinclui R$ 29 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 1,2 milhão42,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas · eleito em 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892