- Serviços de terceirosR$ 510 mil42,1%
- Materiais impressosR$ 152 mil12,5%
- Publicidade por adesivosR$ 114 mil9,4%
- Serviços advocatíciosR$ 90 mil7,4%
- Outras 11 categoriasR$ 347 mil28,6%

Segundo o Radar do Voto, Comandante Schnneyder (SOLIDARIEDADE) ficou como suplente de deputado federal pelo Maranhão em 2026, com 3.102 votos, pelo resultado oficial do TSE. Comandante Schnneyder (Hormann Schnneyder Almeida da Silva) disputou 3 eleições entre 2020 e 2026, para deputado federal, deputado estadual e prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2020, para prefeito em Timon/MA: 34.198 votos. Na campanha de 2026 para deputado federal por MA, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de doações privadas e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 510 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 152 mil) e publicidade por adesivos (R$ 114 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 173 mil em 2022 (46% com publicidade por adesivos) e R$ 425 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Hormann Schnneyder Almeida da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Comandante Schnneyder declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: prefeito em Timon (MA) em 2020, deputado estadual por Maranhão em 2022, e deputado federal por Maranhão em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 1,5 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 9 mil de doações privadas e R$ 51 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,2 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 510 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 152 mil); R$ 825 mil já foram pagos. Em 2022, 46% dos R$ 173 mil em gastos contratados foram com publicidade por adesivos; em 2020, 49% dos R$ 425 mil em gastos contratados foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.