Marcelo Miranda

Foto de Marcelo Lopes Salermo
Marcelo Miranda
Marcelo Lopes Salermo (nome civil)
3 eleições entre 2004 e 2016 · último partido PHS
44 anos em 2016 · Masculino · Ensino médio completo
Representante Comercial
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Marcelo Miranda (Marcelo Lopes Salermo) disputou 3 eleições entre 2004 e 2016, para vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para vereador em Vila Velha/ES: 880 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Vila Velha/ES, declarou R$ 895 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil), publicidade por adesivos (R$ 1 mil) e serviços próprios prestados por terceiros (R$ 300). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 14 mil, 59% com combustíveis e lubrificantes.

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Evolução da votação nas eleições

30 votos em 2016 (anulados) · 3 eleições

A votação de Marcelo Lopes Salermo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Vereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 895 em receitas · R$ 3 mil em gastos contratados

Marcelo Miranda declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Vila Velha (ES) em 2012 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 895 em receitas, de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 3 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1 mil) e publicidade por adesivos (R$ 1 mil). Em 2012, 59% dos R$ 14 mil em gastos contratados foram com combustíveis e lubrificantes.

Receitas em 2016R$ 895campanha encerrada
Gastos em 2016R$ 3 milcontratados
Gastos em 2012R$ 14 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22012 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Vila Velha (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 895
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 100%
Gasto contratado
R$ 3 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1 mil43,2%
  • Publicidade por adesivosR$ 1 mil42,3%
  • Serviços próprios prestados por terceirosR$ 3008,7%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 2005,8%
2012Vereador, Vila Velha (ES)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 23 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 40% · pessoas 40% · próprios 20%
Gasto contratado
R$ 14 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 8 mil58,7%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 5 mil33,1%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 6634,7%
  • Materiais impressosR$ 4953,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892