Dr. Edla (Edla do Amaral Costa Cruz) disputou 2 eleições entre 2000 e 2006, para deputada estadual e vice-prefeita, segundo os dados do TSE. Ela foi eleita 1 vez: vice-prefeita de Salgado em 2000. Na campanha de 2006 para deputada estadual por SE, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), serviços de terceiros (R$ 3 mil) e publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 3 mil).
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Evolução da votação nas eleições
3.934 votos em 2006 · 2 eleições
A votação de Edla do Amaral Costa Cruz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2006: R$ 25 mil em receitas · R$ 25 mil em gastos contratados
Dr. Edla declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Sergipe em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 25 mil em receitas: R$ 6 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 2 mil de empresas e R$ 13 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 25 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e serviços de terceiros (R$ 3 mil).
partido e outras campanhas 23% · pessoas 18% · empresas 8% · próprios 51%
Gasto contratado
R$ 25 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 7 mil30,3%
Serviços de terceirosR$ 3 mil12,2%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 3 mil10,3%
Combustíveis e lubrificantesR$ 7683,1%
Outras 6 categoriasinclui R$ 2 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 11 mil44,1%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vice-Prefeito · 2000ELEITO4.665LSalgado, Sergipe · 38 anos · Superior completo · Médico · PSDB · nº 451 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.