Prof Rosinha

Foto de Rosa Maria da Silva
Prof Rosinha
Rosa Maria da Silva (nome civil)
3 eleições entre 2018 e 2024 · último partido PT
49 anos em 2024 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof Rosinha (Rosa Maria da Silva) disputou 3 eleições entre 2018 e 2024, para vereadora e deputada federal. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2018, para deputada federal por MS: 966 votos. Na campanha de 2024 para vereadora em Corumbá/MS, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 280 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 486). Na campanha de 2018, já encerrada, gastou R$ 2 mil, 42% com serviços de terceiros.

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Evolução da votação nas eleições

487 votos em 2024 · 3 eleições

A votação de Rosa Maria da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2024: R$ 10 mil em receitas · R$ 10 mil em gastos

Prof Rosinha declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Mato Grosso do Sul em 2018, e vereadora em Corumbá (MS) em 2024. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2024, declarou R$ 10 mil em receitas: R$ 10 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 280 de outras campanhas. Os gastos contratados somam R$ 10 mil, principalmente com pessoal (R$ 10 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 486). Em 2018, 42% dos R$ 2 mil em gastos foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2024R$ 10 milcampanha encerrada
Gastos em 2024R$ 10 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 2 milcampanha encerrada; tudo pago
Campanhas32018, 2020 e 2024

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
2024Vereadora, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
FEFC 97% · partido e outras campanhas 3%
Gasto contratado
R$ 10 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 10 mil95,1%
  • Materiais impressosR$ 4864,9%
2020Vereadora, Corumbá (MS)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
sem receitas declaradas
Gasto contratado
sem gastos declarados nos dados do TSE
2018Deputada federal, Mato Grosso do SulVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
sem doações de pessoas
FEFC 100%
Gasto contratado
R$ 2 mil
tudo pago (100%)
  • Serviços de terceirosR$ 80041,8%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 60031,3%
  • Materiais impressosR$ 51626,9%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892