Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Janier (Janier Mota Santos Primo) disputou 3 eleições entre 2016 e 2022, para 1º suplente, deputada estadual e vice-prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: 1º suplente em 2022; deputada estadual em 2018; vice-prefeita de Itabaianinha em 2016. Na campanha de 2018 para deputada estadual por SE, declarou R$ 955 mil em receitas: R$ 950 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 937 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 364 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 114 mil).
3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.
1
Evolução da votação nas eleições
25.731 votos em 2018 (eleita) · 3 eleições
A votação de Janier Mota Santos Primo em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
PrefeitoDep. EstadualSenadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
2
Financiamento das campanhas
2018: R$ 955 mil em receitas · R$ 937 mil em gastos
Janier declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputada estadual por Sergipe em 2018. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 955 mil em receitas: R$ 950 mil do Fundo Partidário, R$ 3 mil de outras campanhas e R$ 2 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 937 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 364 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 174 mil).
Receitas em 2018R$ 955 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 937 milcampanha encerrada; tudo pago
Fundo Partidário 99% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas menos de 1%
Gasto contratado
R$ 937 mil
tudo pago (100%)
Publicidade por adesivosR$ 364 mil38,9%
Materiais impressosR$ 174 mil18,6%
Militância e mobilização de ruaR$ 114 mil12,1%
Cessão ou locação de veículosR$ 52 mil5,6%
Outras 12 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 233 mil24,8%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.