- PessoalR$ 482 mil37,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 163 mil12,8%
- Publicidade por carros de somR$ 155 mil12,1%
- Materiais impressosR$ 140 mil11,0%
- Outras 13 categoriasR$ 337 mil26,4%
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Camilo Cola disputou 5 eleições entre 1982 e 2014, para deputado federal e senador, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: deputado federal em 2006. A maior votação foi em 1986, para senador por ES: 202.952 votos. Na campanha de 2014 para deputado federal por ES, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 393 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 922 mil de empresas e R$ 350 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 482 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 163 mil) e publicidade por carros de som (R$ 155 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2 milhões em 2010 e R$ 1,2 milhão em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Camilo Cola em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
As 12 cidades acima somam 88,44% da votação desta candidatura (42.668 votos). A barra e o “% dele” são a fatia que veio de cada cidade; o percentual da cidade é a fatia dos votos válidos dali que foi para esta candidatura.
Camilo Cola declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 393 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 922 mil de empresas e R$ 350 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 482 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 163 mil). Em 2010, R$ 2 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 1,2 milhão em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Camilo Cola foi eleito 1 vez: deputado federal em 2006. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2014, para deputado federal por ES, Camilo Cola teve 42.668 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2014 para deputado federal por ES, Camilo Cola declarou R$ 1,3 milhão em receitas: R$ 393 de outras campanhas, R$ 5 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 922 mil de empresas e R$ 350 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,3 milhão, principalmente com pessoal (R$ 482 mil), cessão ou locação de veículos (R$ 163 mil) e publicidade por carros de som (R$ 155 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Camilo Cola declarou ao TSE gastos de R$ 1,3 milhão na campanha de 2014 a deputado federal por ES (gasto contratado declarado), R$ 2 milhões na campanha de 2010 a deputado federal por ES (gasto contratado declarado) e R$ 1,2 milhão na campanha de 2006 a deputado federal por ES (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Camilo Cola declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2014.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Camilo Cola foi em 1986, para senador por Espírito Santo: 202.952 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Camilo Cola disputou 5 eleições, de 1982 a 2014: senador por Espírito Santo em 1982 e 1986; deputado federal por Espírito Santo em 2006, 2010 e 2014. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Camilo Cola concorreu pelo PDS em 1982 e pelo PMDB em 1986, 2006, 2010 e 2014. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Camilo Cola foi o 16º mais votado entre os candidatos a deputado federal no Espírito Santo em 2014, com 42.668 votos, 2,38% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2014 a maior votação de Camilo Cola para deputado federal foi em Cachoeiro de Itapemirim (ES): 24.219 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto