Claudia Souza

Foto de Claudia Cristina Alves de Souza
Claudia Souza
Claudia Cristina Alves de Souza (nome civil)
3 eleições entre 2010 e 2014 · PSTU
37 anos em 2014 · Feminino · Superior completo
Professor de Ensino Fundamental
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Claudia Souza (Claudia Cristina Alves de Souza) disputou 3 eleições entre 2010 e 2014, para deputada estadual e vice-prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2014, para deputada estadual por SP: 83 votos. Na campanha de 2014 para deputada estadual por SP, declarou R$ 643 em receitas, de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 643, principalmente com serviços de terceiros (R$ 471), locação de imóveis (R$ 154) e publicidade por materiais impressos (R$ 17). Na campanha de 2010, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 644.

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Evolução da votação nas eleições

83 votos em 2014 · 3 eleições

A votação de Claudia Cristina Alves de Souza em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 643 em receitas · R$ 643 em gastos contratados

Claudia Souza declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada estadual por São Paulo em 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 643 em receitas, de outros recursos do partido. Os gastos contratados somam R$ 643, principalmente com serviços de terceiros (R$ 471) e locação de imóveis (R$ 154). Em 2010, R$ 644 em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 643campanha encerrada
Gastos em 2014R$ 643contratados
Gastos em 2010R$ 644contratados, campanha encerrada
Campanhas22010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Recursos próprios
2014Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 643
sem doações de pessoas
partido 100%
Gasto contratado
R$ 643
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 47173,3%
  • Locação de imóveisR$ 15424,0%
  • Materiais impressosR$ 172,7%
2010Deputada estadual, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 744
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 87% · próprios 13%
Gasto contratado
R$ 644
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 644100,0%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

3 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892