- Serviços de terceirosR$ 2293,4%
- Materiais impressosR$ 931,4%
- Outras 5 categoriasR$ 6 mil95,2%
Euclides Conte disputou 2 eleições entre 2008 e 2016, para vereador. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Coronel Freitas em 2016. Na campanha de 2016 para vereador em Coronel Freitas/SC, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 451 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 220 de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 800) e publicidade por adesivos (R$ 360). Na campanha de 2008, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 4, 100% com encargos financeiros e taxas bancárias.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
Euclides Conte declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: vereador em Coronel Freitas (SC) em 2008 e 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 451 de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 220 de doações privadas e R$ 6 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com baixa de estimaveis - cessão ou locação de veículos (R$ 5 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 800). Em 2008, 100% dos R$ 4 em gastos contratados foram com encargos financeiros e taxas bancárias.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.