- Materiais impressosR$ 168 mil29,1%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 120 mil20,7%
- Publicidade por adesivosR$ 90 mil15,5%
- Transporte ou deslocamentoR$ 71 mil12,2%
- Outras 8 categoriasinclui R$ 39 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 130 mil22,5%
Segundo o Radar do Voto, Cassio Andrade (MDB) foi eleito deputado federal pelo Pará em 2026, com 107.124 votos, pelo resultado oficial do TSE. Cassio Andrade (Cássio Coelho Andrade) disputou 10 eleições entre 2002 e 2026, para deputado federal, vice-prefeito, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 7 vezes: deputado federal em 2026 e 2018; vice-prefeito de Belém em 2024; deputado estadual em 2014, 2010 e 2006; vereador de Belém em 2004. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por PA: 130.768 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 80,4 milhões empenhados em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023, para 34 municípios; 95% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por PA, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 88 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 579 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 168 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 120 mil) e publicidade por adesivos (R$ 90 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 761 mil em 2022 (57% com publicidade por materiais impressos) e R$ 651 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Cássio Coelho Andrade em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Cassio Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: deputado estadual por Pará em 2006, 2010 e 2014, deputado federal por Pará em 2018, 2022 e 2026, e prefeito em Belém (PA) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,8 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 88 mil de doações privadas (12 doadores). Os gastos contratados somam R$ 579 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 168 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 120 mil); R$ 559 mil já foram pagos. Em 2022, 57% dos R$ 761 mil em gastos foram com publicidade por materiais impressos; em 2020, 44% dos R$ 651 mil em gastos foram com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Cassio Andrade teve R$ 80,4 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 28 emendas individuais aos orçamentos de 2020 a 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 34 municípios. Já foram pagos R$ 76,4 milhões (95%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (60%). As cidades que mais receberam foram Belém, Ananindeua e Benevides.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 32,1 milhões | R$ 32,1 milhões | 100% | 2 | 15 |
| 2022 | R$ 18,4 milhões | R$ 18,4 milhões | 100% | 3 | 11 |
| 2021 | R$ 14,2 milhões | R$ 11,2 milhões | 79% | 11 | 12 |
| 2020 | R$ 15,5 milhões | R$ 13,5 milhões | 87% | 12 | 9 |
| Total | R$ 80,2 milhões | R$ 75,2 milhões | 94% | 28 | 34 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.