- Publicidade por adesivosR$ 7 mil24,3%
- Materiais impressosR$ 6 mil19,8%
- Serviços advocatíciosR$ 5 mil16,5%
- Serviços contábeisR$ 5 mil16,5%
- Outras 3 categoriasR$ 7 mil23,0%
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Valter Vieira (Valter Ruben Vander Linden Vieira) disputou 7 eleições entre 2000 e 2020, para vereador, prefeito, deputado estadual e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 1 vez: vereador de Macapá em 2004. A maior votação foi em 2006, para deputado federal por AP: 3.959 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 8 mil em 2012 e R$ 11 mil em 2010.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Valter Ruben Vander Linden Vieira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Valter Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Amapá em 2006, vereador em Macapá (AP) em 2008 e 2020, deputado estadual por Amapá em 2010, e prefeito em Amapá (AP) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 7 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil). Em 2012, R$ 8 mil em gastos contratados; em 2010, R$ 11 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
Respostas curtas, com os números desta página.
Sim. Valter Vieira foi eleito 1 vez: vereador de Macapá em 2004. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Em 2020, para vereador em Macapá/AP, Valter Vieira teve 363 votos. Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Na campanha de 2020 para vereador em Macapá/AP, Valter Vieira declarou R$ 30 mil em receitas: R$ 13 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 30 mil, principalmente com publicidade por adesivos (R$ 7 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 6 mil) e serviços advocatícios (R$ 5 mil). Fonte: Radar do Voto, com dados do TSE.
Valter Vieira declarou ao TSE gastos de R$ 30 mil na campanha de 2020 a vereador em Macapá/AP (tudo pago), R$ 8 mil na campanha de 2012 a prefeito em Amapá/AP (gasto contratado declarado), R$ 11 mil na campanha de 2010 a deputado estadual por AP (gasto contratado declarado), R$ 44 mil na campanha de 2008 a vereador em Macapá/AP (gasto contratado declarado) e R$ 11 mil na campanha de 2006 a deputado federal por AP (gasto contratado declarado), já encerradas. Cada campanha é informada à parte, em valores da época.
Valter Vieira declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Amapá em 2006, vereador em Macapá (AP) em 2008 e 2020, deputado estadual por Amapá em 2010, e prefeito em Amapá (AP) em 2012.
Segundo os dados do TSE, a maior votação de Valter Vieira foi em 2006, para deputado federal por Amapá: 3.959 votos. Ele não foi eleito nessa eleição. Ver todas as eleições ›
Segundo os dados do TSE, Valter Vieira disputou 7 eleições, de 2000 a 2020: vereador em Macapá (AP) em 2000, 2004, 2008 e 2020; deputado federal por Amapá em 2006; deputado estadual por Amapá em 2010; prefeito em Amapá (AP) em 2012. Foi eleito 1 vez. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Valter Vieira concorreu pelo PDT em 2000, pelo PRP em 2004, pelo PPS em 2006 e 2008, pelo PSC em 2010, pelo PSB em 2012 e pelo SOLIDARIEDADE em 2020. Ver as candidaturas ›
Segundo os dados do TSE, Valter Vieira foi o 81º mais votado entre os candidatos a deputado estadual no Amapá em 2010, com 922 votos, 0,27% dos votos válidos do estado.
Segundo os dados do TSE, em 2010 a maior votação de Valter Vieira para deputado estadual foi em Macapá (AP): 635 votos.
Fonte: dados do TSE e do Portal da Transparência (CGU), organizados pelo Radar do Voto.
O voto